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domingo, 1 de junho de 2008

Segunda Caridade (Parte II)

Passado cerca de um mês, numa outra festa de república (dessa vez perto da minha casa), reencontrei o bofe do post passado. Ele veio atrás de mim com um papinho meio estranho... Começou com um elogio, depois puxou assunto, perguntou como eu ia embora e disse pra eu dispensar a carona porque ele iria me acompanhar até em casa. E eu aceitei.

Foi aí que eu cometi 3 erros:

1º- Ficar com pena do bofe por ele ter broxado e dar uma segunda chance (Madre Teresa?)

2º- Pensar “Ele deve saber o que faz... Não viria atrás de mim se não tivesse certeza que daria conta”. (porque Senhor, porqueeeee eu penso nesses momentos críticos?)

3º- Dispensar o amigo gay com carro e ir a pé, de salto pra casa.

Avisei só o amigo-carona que eu estava indo embora, mas não dei mais detalhes e fomos sem que ninguém percebesse. Como as meninas que dividiam apartamento comigo tinham viajado, disse que se ele quisesse entrar quando chegássemos lá...

Durante todo o caminho (que não durou nem 10 minutos) ele falava coisas ao pé do ouvido tipo “não vejo a hora de chegar na sua casa!” (entre outras frases mais picantes), abusava da mão-boba e às vezes parava e me emparedava pra me beijar. Enfim, o bofe não poupou provocações!

E lá estava eu sendo provocada por AQUELE cara lindo e gostoso! Confesso que toda aquela aparente empolgação dele me fez esquecer do fatídico acontecimento (ou no caso, a falta de acontecimento).

Chegamos em casa, fomos pro quarto e lá a coisa foi fluindo... fluiu tanto que por um curto intervalo de tempo fiquei até feliz por devolver a auto-afirmação e a masculinidade do rapaz! Claro que ele teve que quebrar todas as novas concepções que eu estava criando a respeito dele!!!

Nu, como Deus o mandou ao mundo, me deparei com uma coisinhas assim... fininha...

Convenhamos que pior que pinto pequeno, é pinto fino! O pequeno e grosso quando bem usado consegue estampar um sorriso nos nossos rostos, mas o fino... Nem com o melhor garoto de programa do mundo teria jeito!!!!

Primeiro ponto negativo da noite foi o brinquedo dele ser grande, fino e nada anatômico. Um pinto fino de um cara que já tinha broxado me bastava. Eu não precisava de mais decepções pra ter certeza de que foi uma péssima idéia dar de caridosa (literalmente “dar de caridosa”) só pra ele recuperar o ego de macho reprodutor, mas só isso não era o suficiente.A zica sexual que me persegue reservou mais surpresinhas para mim.

O bonitão inventou de me fazer um oral. Eu nunca recusei um oral, mas naquele dia deveria ter recusado. Deitada, de perna aberta com uma cabeça entre as minhas pernas. Uma cabeça extremamente empenhada, que se mexia para todos os lados (???) e me explorava selvagemente (????) e que eu olhava pensando “Ei, amigo! Que raios você pensa que está fazendo aí embaixo?”

Cansei. Aquilo era ridículo! Ele devia se achar um ator pornô fazendo aquilo daquele jeito! Parecia um porco fuçando a lama.

Empurrei ele e fui retribuir. Nessa hora que eu pude perceber nitidamente o quão fino e sem graça era a pica do pobre sujeito.

Deprimi. Sério.

Mas não sou de arregar nos 45 do segundo tempo, então respirei fundo e fui!

Com o pau meio mole, meio duro, naquele estagio estranho que entra meio borrachudo, ele veio pra cima com direito a tapinhas na bunda e tudo.

Que um raio caia na minha cabeça e me mate agora se eu estiver mentindo, mas o gato além de ter pinto fino, ser broxa e não fazer um oral decente, não agüentou mais que dois minutos! DOIS MINUTOS!!!! Olha, nem o japa lá do push pop conseguiu tal façanha!

Como a intenção era devolver ao rapaz a alegria de viver com seu orgulho masculino, fiz aquela ceninha de “Ay, gozay!” e desencanei. Me cobri e virei de lado. Ele foi se recompor, voltou, deitou, pegou meu braço e me fez abraçar ele (“aaah, que meeeeeigo Doraaaa!”) e eu capotei ali, abraçadinha com ele e TRÊBADA. No meio da noite acordei, fui dormir no quarto de uma das meninas e deixei ele lá.

No dia seguinte acordei umas 14h enjoadíssima, com uma ressaca de dar dó e um bilhete dele dizendo que ele tinha ido embora, trancado a porta e jogado a chave por debaixo da porta finalizando com um singelo “Até segunda! Beijo!”.

Nunca mais, eu disse NUNCA MAIS, dou uma segunda chance a um broxa! Por mais bonito e gostoso que seja, não vale a pena.

9 comentários:

woman.in.red disse...

Não lembro onde li (vai ver foi aqui... péeessima memória) que o negócio é comer homens previamente testados, com selo de pureza PTA* e selo do INMETRO**.

*PTA = pica testada e aprovada
**INMETRO = instituto de metrologia, para garantir as dimensões adequadas do produto.

Bii disse...

Ri demaaaais.

Cara de "Ay, gozay!" é algo que toda mulher tem que aprender. Triste, mas real.

Rachel Felix disse...

Dora,vc vai ser canonizada!

*acabo de lembrar do unico pica fina q conheci,só posso comentar:

ewwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww

_maryjanne disse...

por indicação de uma amiga, vim conhecer o blog.
adoreiiii perfeito rs!
beijos meninas

Sarah disse...

Ceninha de 'gozey' é ótimo AEHUIEHIUEAHIUAE

Eu jamaz conseguirei tal façanha.

Mas essa de puxar o braço pra abraçar, nem nego que foi super "que fooooofo dora"


UAHEIUEAHEAIUHAIAHAEIUHAE MORRI DE RIR COM O JAPA DO PUSH POP

zumbana disse...

MORRI rindo!
Cara, devias "liberar" um e-mail pra geral mandar histórias cabulosas da pica.
Aí tu só editava, colocava a cara da Dora e diverssão garantida por muito tempo :)
Blog perfeito!
beijos

Julli disse...

eahuhauhaeuhaeuhaeu
Muito boa essa história.
;D

Altas risadas aqui.

Anônimo disse...

a faculdade vai adorar suas histórinhas querida, moda na uem arrasa!

Push Pop disse...

oO' nunca vi uma história dessas ;P

LOL