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terça-feira, 27 de maio de 2008

A cama da sogra.

Depois do primeiro trauma não tive muitos machos. Acho que passei por uns 2 caras. Na época eu não sabia disso, mas hoje posso dizer que não eram nada de “óóóh, que tesão!” mas também não eram ruins ou traumáticos. E foi o 3º que me pegou de jeito e logo eu comecei a namorar.

O cidadão era filho de japoneses, desses com direito a nome estranho e tudo mais (é, na adolescência eu tinha uma fixação por orientais), e esse, ao contrário do outro lá, tinha uma bela pica! – É aqui que eu desmistifico que todo nipo tem piquinha -. Era um ano mais velho que eu, o que não fazia muita diferença já que eu ainda era menor de idade... No motel 4 us.

Ele não estudava e não trabalhava (olha só que criatura com um belo futuro eu arranjei), ou seja, ele ficava em casa sozinho o dia todo. Pra uma garota com o maior fogo no rabo, era a situação perfeita né!

Sexo com ele era bem bão, mããs a caminha de solteiro dele limitava muito os nossos malabarismos sexuais. E então, um belo dia, decidimos expandir nossos horizontes e partir para o quarto da sogra!

Maldita idéia!

Maldiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita!

Estávamos lá, eu e ele, ele e eu, no maior enrosca-enrosca e a empolgação só aumentava.

Era um tal de “geme” pra lá, “me chama de vaca” pra cá que tenho certeza que envergonharia qualquer atriz pornô.

Adolescente nem é um bicho exagerado... Quer que o mundo todo saiba do seu insaciável apetite sexual... Nós não éramos diferentes. Queríamos mesmo era fazer e acontecer, mesmo que no fundo nós não tivéssemos idéia de porque tanto escândalo!

Só sei que no meio de tanta empolgação, POFT! A cama quebrou. Quebrou mesmo meu povo! O pé da coitada foi arrancado fora.

Na hora eu não sabia se ria, chorava, continuava, parava... Ele entrou em desespero e saiu pelado (!!!) pela casa, ainda excitado e com camisinha (!!!²) atrás de um martelo e pregos.

E foi assim, nesses “trajes” que ele remendou que nem o rabo a cama da mãe!

Eu, já vestida, só conseguia mesmo era rir!

O pé da cama ficou torto, cheio de pontas de pregos por todos os lados. E nós, como bons e preguiçosos adolescentes que éramos , nem nos preocupamos. "A colcha esconde, ela nunca vai ver". Três dias depois a dona Keiko viu... E obvio que nós dissemos não saber de nada né! A culpa foi do irmão dele! Eu, santa como sempre fui (hahaha), nunca que ia fazer algo do tipo. Só podia ter sido o tal irmão, cara de quase 30 anos com vida sexual (nada) ativa. Só ele teria coragem de trepar e quebrar a cama da própria mãe.

No fim das contas sempre que eu via o Mario eu caía na risada pensando na bronca que o coitado devia ter levado. E ele deve me odiar até hoje!

4 comentários:

Split, porra! disse...

esse blog é o melhorrrr!

Fabrícia disse...

Ameiiiii o blog! Ri bastante! Virei fã! Atualize sempre ;)
Bjos

woman_in_red disse...

selvagens vcs hein??

btw "bela pica" me lembra de uma frase que vi no Gabriela Cravo e Canela do Jorge Amado: "Gabriela era um belo pé de buceteiro"
ahauhuhauhauhauha

Manoela disse...

HUHAUHAUHAHU


Mto bom!!! Não deixem de atualizaR!